Ai eu dei uma semi sumida. Tudo ficou louco de repente, eu arrumei um emprego for real e meu windows foi um dos afetados pela atualização do mal. Milhões de coisas, mas tô aqui, na humildade, postando, voltando e contando as últimas experiências cinematográficas que, claro, estão atrasadas!
Oz, mágico e poderoso. É legal, mesmo. É divertido, mesmo! Mas é aquela coisa meio Disney sessão da tarde, não sei se eu estava esperando muito…. Visualmente ele é bem interessante também, especialmente o começo, com aquela estética circense meia boca e em preto e branco. O ponto alto é o elenco. Tem um trio adorável de moças – Michelle Williams, Rachel Weisz e Mila Kunis, e o aimeudeusémuitoamornumsorriso James Franco. James Franco cativa. E isso já faz o filme funcionar.
O lado bom da vida. O tipo de filme que funciona pra mim e me cativa. Me faz sorrir, chorar e sair me sentindo bem do cinema e todo mundo merece uma sessão assim de vez em quando né? Adorei a química e a interação dos protagonistas, o jeito de contar a história, a trilha sonora (o momento Johnny Cash/Bob Dylan me fez ir às lágrimas!), a inserção da dança, tudo! Me senti na obrigação de comprar o livro! Mas não, não caí no hype da Jennifer Lawrence e não, não acho que ela passou nem perto de merecer um Oscar, mas né, o que a minha opinião conta?
Meu namorado é um zumbi. Eu sei, não dá pra levar a sério. Mas vale a diversão, garanto! O Nicholas Hoult faz um zumbi bem bacana e poxa, eu precisava ver o garotinho de Um Grande Garoto crescido (cresceu bem o rapaz hein?)! Achei as cenas de ação chatas e desnecessárias se comparadas com o ritmo legal do filme, por exemplo o interesse dele por objetos antigos e analógicos. A narração também funciona bem e a trilha sonora é um atrativo a mais (adoro reparar em trilhas)! Eu que nunca morri de amores por zumbis curti o filme e o romancezinho
E vocês, já viram esses? O que estão vendo e o que recomendam?
Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!
Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!
Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.
É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!
Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.
Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo…
e vivo escolhendo o dia inteiro!
Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.
Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.
Cecília Meireles.
É Cecília… a gente ouve e lê muito esse seu poema quando a gente é criança, mas é incrível como ele é aplicável a vida adulta, não é? Mas acho que você já tinha isso em mente…
Crescer é um eterno ou isto ou aquilo, se eu pego esse emprego, eu não faço isso, mas se eu não trabalho, eu não faço aquilo. Se eu tenho tempo eu não tenho dinheiro, e se eu tenho dinheiro eu não tenho tempo.
Assim é difícil, né Cecília?
E vivo escolhendo todos os dias o dia inteiro e eu espero que sejam as melhores escolhas.
Eu sempre gostei de música clássica, desde pequena! Meu pai tem o costume de ouvir em casa e eu sempre achei que é um ótimo estilo musical para se imaginar histórias, cenários e personagens… Música clássica me faz viajar e eu acho algumas tão bonitas que chegam a doer bem no fundo da alma!
Desde que eu voltei a fazer a Ballet (faz um ano – depois eu faço um post sobre isso!) andei prestando ainda mais atenção nesse tipo de música e me vi fascinada por Tchaikovsky e pelas lindíssimas obras que ele fez para Ballet.
Lindo de doer! Fico encantada com a perfeita afinidade entre música e movimento…
Como eu havia dito num dos posts passados, estou acompanhando 11 séries (na verdade seriam 14, mas dei uma parada na reprise de Friends, estou dando um tempo em Heroes, que eu nunca acabei de ver e vou esperar um pouco para começar Skins) e olha… não é fácil! Na verdade eu também sou lerda e gosto de saborear cada episódio, então prefiro assistir 1 por dia do que uma temporada inteira de uma vez então já dá pra perceber que o negócio vai longe né?
Eu sou uma apaixonada por séries, me apego aos personagens, choro junto, uma coisa! Dawson’s Creek, Gilmore Girls e The OC estão no topo do meu coração e, quando todas acabaram, achei que não sobraria amor para nenhuma mais, mas algumas estão conquistando seu espacinho… 3 primeiras dicas:
American Idol.
Já falei milhões de vezes aqui sobre o meu amor por reality shows musicais. E American Idol pra mim é top.
Porque ver: Primeiro porque é fácil de acompanhar American Idol. Você não precisa ter visto nenhuma outra temporada para ver esta, e em alguns meses pronto-acabou-só-tem-ano-que-vem-de-novo. Gosto de toda a estrutura, os episódios das audições são sempre engraçados, os temas escolhidos costumam ser interessantes, o Ryan Seacrest (apresentador) é carismático e independente do seu gosto musical, você vai achar algum candidato que te agrade!
Porque não ver: A competição já está na 12ª temporada, o que faz com que muitas vezes a fórmula já pareça um pouco gasta. A rotatividade dos jurados é alta (atualmente Randy Jackson, Nicki Minaj, Keith Urban e Mariah Carey) e muitas vezes você se pega duvidando dos conselhos e julgamentos deles. Eles exploram bastante as histórias (sempre tristes ou de superação) de alguns candidatos, o que te deixa puto quando você se afeiçoa por um e na semana seguinte ele é eliminado. Dá raiva dos critérios de votação e do gosto dos americanos. A maioria dos vencedores acaba não tendo uma carreira relevante. Ahhh e se você não acompanha no mesmo ritmo em que está sendo exibido pela tv… spoilers. Eu tento evitar a todo custo. Ano passado eu só fui ver a final uma semana depois que ela havia sido exibida. Foi uma luta para não saber antes!
Community.
Atualmente na 4ª temporada, mas eu comecei a ver só agora. A série foca no relacionamento – disfuncional – entre um grupo de estudantes da Greendale Community College.
Porque ver: Porque é engraçado! Os personagens seguem aqueles estereótipos conhecidos, o galã, a nerd etc etc e é engraçado ver como esses estereótipos se dão na vida adulta e em uma Universidade de merda igual a Greendale. Tem um pé no politicamente incorreto e tem o Chavy Chase, um dos heróis da Sessão da Tarde. Algumas situações e personagens são bizarros e nonsense, coisa que eu adoro!
Porque não ver: Eu puxo por torrent e é uma série bem chatinha de ser encontrada, não sei se é porque ela não é muito famosa ou o que. Eu ainda estou na primeira temporada e claro, não percebi isso, mas dizem que a 4ª temporada perdeu um pouco da essência e estilo com a saída de roteiristas e produtores que estavam desde o começo.
Fringe.
Criada por J.J. Abrams (que já fez uma pá de coisa boa), a série durou de 2008 a 2013. É uma espécie de ficção científica com ares de realidade, suspense, terror, coisas nojentas, amor e humor.
Porque ver: Olha, o fato de ter Joshua Jackson, pra mim, já é motivo suficiente! Mas a série realmente te prende! Eu ainda estou na primeira temporada, mas você também quer decifrar todas as coisas esquisitas que acontecem e fica imaginando como tal caso vai se resolver e qual a relação dele com os outros. O Dr. Walter Bishop é um personagem com muito carisma, que diz as coisas mais improváveis nos momentos mais aleatórios, parte importante para o humor da série.Ahh, e o Leonard Nimoy (LLAP) faz algumas participações especiais.
Porque não ver: Como a série já acabou, você pode perder um pouco aquele entusiasmo de ver um episódio e querer muito comentar com alguém. É uma série longa em que tantas coisas acontecem que, segundo relatos (do meu namorado, que viu a série toda), ela perde o fôlego em vários momentos e você também se perde em meio a tantas realidades paralelas e esquisitices e referências.
Bom, espero que tenham gostado da primeira parte das dicas, nunca é tarde parar começar a ver uma série hahahaha
O post de hoje era pra ser totalmente diferente, mas desde quarta de manhã eu estou com uma coisa martelando de tempos em tempos na minha cabeça e bom, como ela já foi devidamente registrado no meu “diário de gente grande” e ela ainda me incomoda, achei que seria bom vir aqui e compartilhar com vocês.
Eu fiquei bem chateada e triste com a morte do Chorão. Não porque ele fosse meu artista favorito e eu ouvisse Charlie Brown Jr. todo dia, porque não era e eu raramente ouvia, ultimamente. Mas eu fiquei triste por todo um tempo que ele representava e que nunca mais, definitivamente, vai voltar ou ser como era.
Quem já perdeu alguém querido sabe que a dor e a saudade nunca vão embora, a gente só aprende a conviver com isso. Fiquei triste porque ele me lembrava absurdamente um amigo, que também faleceu precocemente. E bom, lembrar desse meu amigo já é motivo o suficiente para me deixar com o coração menos quentinho.
Com o Chorão por aí era quase como se esse meu amigo também estivesse. Mas agora nenhum dos dois está e a gente se dá conta de que tudo isso vai ficar apenas na caixa de fotos, nos cadernos e na memória.
Eu me apego muito a tudo e todos que passaram pela minha vida, sou do time que acha que a gente deixa um pouco de nós mesmos nos outros, assim como eles também deixam na gente.
Eu não lido bem com saudades e nostalgias, mas bom, parece que uma hora a gente tem que aprender a lidar, né?
E sobre tudo isso no final, fico mais alegre ao pensar que meu amigo agora encontrou um parceiro de skate
(desculpa por mais um texto nostálgico gente, de vez em quando eu tenho dessas e dessa vez eu realmente precisava, mas tá tudo bem, viu?)
Depois de tanto tempo, atualizando essas duas categorias!! Meu ano está meio devagar em filmes, mas a culpa, além de minha, é das 11 séries (Jesus!) que eu estou acompanhando (aliás, depois eu falo mais sobre todas elas). Deixo vocês com os 4 primeiros filmes vistos em 2013 (fiquei bem chateada porque com o abandono do blog no ano passado, eu acabei também não contando as coisas legais que eu vi e li, mas prometo que vou tentar fazer esse ano diferente!) :
*Raul – O início, o fim e o meio. Eu estava com ele há muito, muito tempo na minha lista de “preciso ver” e em uma tarde preguiçosa eu achei o momento ideal (estranho, eu sei, mas muitos filmes eu preciso esperar o momento ideal para assisti-los!) para dedicar a ele! É um documentário de 2012 muito, mas muito bem realizado sobre o Raul. Depoimentos muito bacanas são entrelaçados com imagens dele, entrevistas e apresentações. Dois momentos me tocaram especialmente, o ínicio de tudo, com depoimentos dos amigos do começo de carreira, as fotos de gola de camisa levantada e a devoção pelo Elvis e o fim do documentário, com uma espécie de retomada através da figura do Marcelo Nova. Pra quem não leva o Paulo Coelho a sério e não dá o mínimo crédito pra ele (como eu), vale para se espantar com as ótimas colaborações – musicais – que ele foi responsável. Mas claro, bateu aquela tristeza no final, ao ver uma vida, pessoa e mente incríveis irem embora por motivos tão pequenos. Recomendadíssimo para quem gosta de música e quer saber um pouco mais sobre esse grande artista.
*O Mestre. Eu estava muito ansiosa esperando por esse filme! Um ex-combatente da 2ª Guerra, todo sequelado e perdido no mundo acaba sendo atraído pela figura de um líder de uma organização religiosa. Por que ver? Bom, o fato dessa organização religiosa ser baseada na Cientologia me chamou muito a atenção, porque né, o episódio do Tom Cruise na Oprah diz tudo. Por que continuar vendo? A fotografia é ótima. Mas Yule, não me interesso pela fotografia de filmes! Ok, tem o Joaquin Phoenix e pra mim ele é motivo o suficiente até pra ver propaganda eleitoral! O Joaquin arrasa. É incrível a construção corporal do personagem dele, totalmente distorcido e não cabendo nele mesmo, com a sensação de estar desconfortável com tudo, com a vida. Todo os embates verbais dele com o personagem do Philip Seymour Hoffman são paralisantes, um se apoiando e precisando cada vez mais do outro por diferentes motivos. Por que não ver? Bom… é um filme parado e longo que exige um pouco de paciência e um outro tempo de apreciação.
*Os Miseráveis. Ai, gente. É brega, é exagerado, é todo cantado e eu vi da primeira fila do cinema, mas eu amei. mesmo pra quem odiou ou odiará, há de se considerar alguns pontos: ele é muito bem feito, maquiagem, figurinos etc etc. E gente, essas pessoas estão cantando de verdade, ali na hora! Sério, parabéns pra todo mundo, Wolverine meu querido, você não envelhece e Anne Hathaway, você sempre teve o meu coração e agora, minhas lágrimas também! Mas ok, eu confesso que tanta cantoria irrita um pouco e né, ele não precisava ser realmente todo cantado, tem momentos que as frases funcionariam mais se fossem simplesmente faladas, ali na lata, sem tantos floreios. Mas ainda assim, muito amor pra mim! E meu Deeeus, como eu gosto de músicas de coro! Dá vontade de sair cantando junto na vida!
*Caverna dos Sonhos Esquecidos. Sem comentários, uma das experiências no cinema mais lindas que eu já tive. Nunca vi um 3D usado de maneira mais fascinante e com um propósito tão acertado. Acho que, nesse caso, o trailer fala melhor do que eu. E quem puder ver, vá, seja pelo interesse histórico, artístico, cinematográfico ou só por curiosidade!
Bom queridos, com a categoria um pouco mais atualizada, eu espero que vocês gostem de algum! Me digam suas impressões caso já tenham visto!
O verão é a minha época favorita do ano. Não que eu goste de ficar toda melecada de protetor solar ou suando a cada vez que eu coloco o pé na rua. Mas eu adoro o clima dessa época do ano e, talvez mais do isso, eu adoro as lembranças dessa época.
Não que agora eu não tenha motivos presentes para gostar dessa estação, mas é no verão que eu lembro de como era legal todo mundo estar de férias e poder fazer mil coisas, ir na festinha da piscina na casa de alguém, colocar shorts e regata, ficar sentada no murinho da praia só para ver o movimento e ficar sentada no murinho da pracinha só para ver o movimento também (e os meninos!). Fazer tatuagem de henna e manchar o pijama, o lençol e a toalha. Comprar um monte de bijuterias na feirinha e fazer tererê. Sorvete e pastel de lanche da tarde toda tarde, cheiro de maresia. Correr para a varanda quando ouvir o barulho do portão do prédio, só para ver se quem estava chegando ou saindo era quem você queria. Manter os amores platônicos de verão todo verão. Fazer amizades mais facilmente e detestar a menina nova que veio só por aquele verão. Andar de bicicleta e ficar conversando a noite até tarde, mas baixinho, porque seus pais não gostavam. Estender a esteira no chão do prédio e ficar jogando baralho nas muitas vezes em que chovia. Pulseirinhas de corda de violão. Tocar a campainha estridente e perguntar se ela podia sair ou ia almoçar.
Tinha gente, muita gente e era movimentado, sempre uma novidade, uma descoberta, uma alegria e agora, uma saudade.
Não que hoje não seja bom, é só diferente. Não que no futuro eu não vá ter saudade das coisas do verão atual, mas…
@FT_Oficial de que todos os usuários do plano meu amor podem comprar ingresso nos períodos promocionais. pq estamos vendo que não é assim né 1 week ago
@FT_Oficial Como consumidora eu me sinto lesada.Ok existir sistema de pontos. Mas peço AO MENOS para que retirem do site a informação errada 1 week ago